Os países africanos mais visados por ciberataques (2023–2025)
Os países africanos mais visados por ciberataques (2023–2025)
Resumo prático: quem são os alvos, por que sofrem ataques e o que governos, empresas e cidadãos podem fazer para se proteger.
Publicação: Dezembro 2025 — atualização baseada em análises públicas de 2023–2025.
Visão geral
Ao longo de 2023–2025, com a rápida digitalização de serviços públicos, fintechs e comunicações móveis, vários países africanos viram um aumento acentuado de ciberataques. A lista abaixo agrupa países que, por volume ou impacto, têm sido entre os mais visados no continente.
Top 10 países africanos mais atacados
(ordem aproximada e ilustrativa — combina relatórios de incidentes e detecções durante 2023–2025)
| Pos | País | Observação |
|---|---|---|
| 1 | Etiópia | Alto crescimento de incidentes em 2024–2025 |
| 2 | Nigéria | Grandes volumes em setores financeiros e telecom |
| 3 | Quênia | Alvo de malware e ataques a serviços móveis |
| 4 | Angola | Surto de ataques a infraestruturas em meses recentes |
| 5 | África do Sul | Vítima frequente de ransomware e fraudes |
| 6 | Marrocos | Alvos no setor público e empresarial |
| 7 | Egito | Ataques dirigidos a infraestruturas críticas |
| 8 | Mocambique | Aumento de incidentes em serviços digitais |
| 9 | Zimbábue | Vulnerabilidades exploradas por phishing e fraude |
| 10 | Uganda | Setor público e telecom a maior risco |
Por que estes países são alvos?
- Penetração rápida da internet e serviços digitais sem defesa proporcional.
- Infraestrutura de segurança limitada e falta de especialistas.
- Alta utilização de mobile banking e pagamentos digitais — alvo direto de fraudes.
- Uso de software desatualizado e falta de políticas de atualização.
